Anotação e caos, poesia morta. Eu recaio demais, tenho medo que não existe e
sofro com o amor calado.
Minha mente fica aflita com o vazio, minha alma se sente incendiada, e a saudade já não me veste tão bem.
Minha mente fica aflita com o vazio, minha alma se sente incendiada, e a saudade já não me veste tão bem.
Imprudente demais, não consigo ficar calada, preciso lhe
falar o que meu coração teima em gritar e o que minha mente não consegue
comprimir. Mas olho pra dentro, e eu sei
que fui eu quem causou isso, e me perco em olhos estranhos. Olhe para mim, com
a luz apagada e me ensine a respirar. E se você se for, me ache, em silêncio.
Eu não consigo
apagar, eu fico repetindo, eu penso nisso o tempo todo, e me cego. Existem luzes
artificiais por todo canto, borbulham na minha cabeça. Eu ando reto, pra lá e
pra cá, mas tudo parece uma eterna contra mão, tipo rua sem saída sabe? É ruim
ter a sensação de não saber para onde ir. Mas eu andei sob falsas pretensões, eu pensei que seria
divertido. Não sou mais tão ingênua, e meu bem, o que você mais quer,
sempre será o que vai te repartir no fim.

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