O arrependimento simplifica-se em uma maldita forma de não aceitarmos um acontecimento que provocamos, ajudamos a provocar ou algo que deixamos de fazer, por sei lá o que.
Diariamente bate aquela angustia, logo depois que se faz algo ou deixa-se de fazer, então, surge esse inevitável paradigma, nos arrependemos. Nos reviramos por dentro e choramingamos às escuras.
Fato, não adianta racionalizar quando o assunto ou produto em questão mexe demais com a emoção. Então no lugar de viver queimando cartucho com coisas ''menores'', quase sempre desnecessárias, ou que fazem parte do passado, tente guardar munição para atropelar a sensatez, quando alguma coisa te incendiar de verdade o coração. Lembre, se não foi feito, não era para ser vivido.
Então, na próxima vez em que você achar que ''não deve'' matar uma vontade-rara, seja de telefonar para alguém, fazer um escândalo, beijar na boca, comprar um sapato ou livro novo, antes de dizer não, lembre-se de todos os arrependimentos que você generosamente acumulou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário